Diário de uma alma g¡täñä
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Sábado, Dezembro 09, 2006
- Tu deviens responsable pour toujours de ce que tu as apprivoisé -


- Voici mon secret. Il est très simple: on ne voit bien qu'avec le coeur. L'essentiel est invisible pour les yeux.
"L'essentiel est invisible pour les yeux", répéta le petit prince, afin de se souvenir.
- C'est le temps que tu as perdu pour ta rose qui fait ta rose si importante.
"C'est le temps que j'ai perdu pour ma rose...", fit le petit prince, afin de se souvenir.
- Les hommes ont oublié cette vérité, dit le renard.Mais tu ne dois pas l'oublier.Tu deviens responsable pour toujours de ce que tu as apprivoisé.Tu es responsable de ta rose...
"Je suis responsable de ma rose...", répéta le petit prince, afin de se souvenir.
Antoine de Saint-Exupery


Escrito por Ciganinha às * 7:53:00 AM/ 0Comente!

Sexta-feira, Novembro 24, 2006
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Queixa

Um amor assim delicado
Você pega e despreza
Não devia ter despertado
Ajoelha e não reza


Dessa coisa que mete medo
Pela sua grandeza
Não sou o único culpado
Disso eu tenho a certeza


Princesa, surpresa, você me arrasou
Serpente, nem sente que me envenenou
Senhora, e agora me diga aonde eu vou
Senhora, serpente, princesa


Um amor assim violento
Quando torna-se mágoa
É o avesso de um sentimento
Oceano sem água


Ondas, desejos de vingança
Nessa desnatureza
Batem forte sem esperança
Contra a tua dureza


Princesa, surpresa, você me arrasou
Serpente, nem sente que me envenenou
Senhora, e agora me diga aonde eu vou
Senhora, serpente, princesa


Um amor assim delicado
Nenhum homem daria
Talvez tenha sido pecado
Apostar na alegria


Você pensa que eu tenho tudo
E vazio me deixa
Mas Deus não quer que eu fique mudo
E eu te grito essa queixa


Princesa, surpresa, você me arrasou
Serpente, nem sente que me envenenou
Senhora, e agora me diga aonde eu vou
Amiga, me diga


Escrito por Ciganinha às * 3:19:00 PM/ 1Comente!

Quarta-feira, Novembro 15, 2006
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De repente do riso fez-se o pranto

Silencioso e branco como a bruma

E das bocas unidas fez-se a espuma

E das mãos espalmadas fez-se o espanto

De repente da calma fez-se o vento

Que dos olhos desfez a última chama

E da paixão fez-se o presentimento

E do momento imóvel fez-se o drama.

De repente, não mais que de repente

Fez-se de triste o que se fez amante

E de sozinho o que se fez contente

Fez-se do amigo próximo o distante

Fez-se da vida uma aventura errante

De repente, não mais que de repente...

(Vinícius de Moraes)


Escrito por Ciganinha às * 5:58:00 PM/ 1Comente!

Terça-feira, Novembro 14, 2006
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Escrito por Ciganinha às * 9:07:00 PM/ 1Comente!